
Comunicação, marketing e geração de demanda para pesquisa clínica — unindo método, dados e aprendizado contínuo para transformar estratégia em oportunidades reais.
Capacidade produtiva completa: criação, conteúdo, audiovisual, branding, design e gestão de canais.
Metodologia orientada por testes de hipótese, experimentação estruturada, otimização contínua e escala do que funciona.
Criação, inteligência de growth, tecnologia, CRM e processos comerciais integrados para gerar demanda em saúde e pesquisa clínica.
Nossa premissa central: toda campanha é uma hipótese até ser validada pelos dados. Em estudos complexos — especialmente oncológicos e com critérios restritivos — não existe resposta pronta. O que existe é método.
Definindo variáveis de teste antes de investir em qualquer canal ou criativo.
Acompanhando indicadores por etapa do funil de ponta a ponta.
Decisões baseadas em evidências — não em preferências estéticas ou suposições internas.
Em pesquisa clínica
No segmento
Para clientes de pesquisa clínica
Em pesquisa clínica
Com participação direta
Pneumologia, neurologia, oncologia, doenças raras e mais
A experiência em estudos altamente complexos nos permitiu consolidar insights estratégicos sobre o perfil do paciente e as táticas de comunicação mais eficazes.
A alta especificidade de critérios em oncologia e doenças raras exige abordagens cirúrgicas na identificação e engajamento de pacientes, priorizando relevância sobre volume.
O paciente, muitas vezes com diagnóstico tardio e múltiplas opiniões médicas, segue um funil de conversão não-linear, demandando comunicação contínua e educativa.
Em contextos de alta vulnerabilidade, a comunicação deve ser construída sobre credibilidade, transparência e um profundo senso de cuidado, afastando-se de táticas de marketing genéricas.
Médicos encaminhadores, familiares e associações de pacientes são influenciadores cruciais no processo de decisão, exigindo estratégias de relacionamento e informação direcionadas.
Funil aberto vs. funil fechado
Campanhas guarda-chuva vs. estudos específicos
A jornada do paciente no centro da comunicação
Relacionamento com utilidade real
Encaminhamento médico
Capta o maior volume possível de contatos para aumentar a probabilidade estatística de encontrar perfis raros. Gera maior alcance, base para ativações futuras e mais aprendizado sobre canais e públicos. Custo inicial mais atrativo.
Prioriza qualidade das conversões com perguntas qualificadoras, descarte automático de perfis e segmentações mais restritas. O custo por lead sobe, mas o custo por oportunidade qualificada ou randomização pode se tornar competitivo.
Construídas em torno de uma área terapêutica ou grande tema clínico. Maximizam performance, geram dados, constroem autoridade, educam pacientes e fortalecem o centro como referência. Critérios específicos são detalhados após a conversão.
Comunicam diretamente uma oportunidade de participação. Fazem sentido quando o critério é claro e comunicável, o público é bem definido e há urgência de recrutamento.
Em estudos complexos, a comunicação não deve começar pelo estudo. Ela deve começar pelo paciente. Quem busca pesquisa clínica busca informação, acolhimento, orientação e esperança — não um recrutamento.
Com autoridade técnica e humana: explicando doença, avanços, riscos, qualidade de vida e papel da ciência.
Como protagonistas da experiência, compartilhando atendimento e jornada com cuidado ético.
Ampliando alcance, legitimidade e conexão com quem vive o tema diariamente.
Para gerar relacionamento real com médicos, associações e pacientes — especialmente em oncologia — a proposta deve ser: "Como podemos ajudar essa comunidade com informação, acesso e orientação?"
Eventos presenciais, webinars com especialistas, lives fechadas para grupos específicos.
Materiais para pacientes, campanhas em datas de conscientização e conteúdos em parceria com associações.
Newsletters temáticas, grupos por interesse, ações regionais e materiais para familiares e cuidadores.
Em oncologia e doenças raras, médicos e instituições que já acompanham o paciente têm papel decisivo. Nossa experiência mostra melhores resultados quando a estratégia envolve médicos, hospitais, planos de saúde e parceiros estratégicos.
Estruturamos um guia de campanha com hipóteses, públicos, canais, diretrizes éticas e lógica de acompanhamento — que pode apoiar submissões ao CEP, apresentação a patrocinadores e criação de templates reutilizáveis para novos estudos.
Para os três estudos abertos em câncer de mama, o caminho mais assertivo seria testar uma operação integrada, em vez de campanhas isoladas desde o início. A estratégia começa com uma campanha guarda-chuva e um funil de qualificação aprimorado para segmentar os pacientes.
Uma campanha guarda-chuva sobre câncer de mama e pesquisa clínica, com comunicação ampla, educativa e centrada na jornada da paciente, gerando volume, aprendizado e uma base maior de interessadas.
Após a conversão, aplicamos um funil de qualificação mais fechado, com formulário, atendimento, CRM e tecnologia para separar os perfis por estudo:
Com os primeiros dados, desdobramos campanhas específicas para os perfis com maior aderência, combinando mídia paga, retargeting, ativação de base e abordagem personalizada.
Em paralelo, ativamos uma frente estruturada de relacionamento médico com oncologistas, mastologistas, clínicas, hospitais, associações e formadores de opinião.
Essa frente pode incluir:
Assim, testamos na prática as hipóteses de funil aberto x funil fechado, campanha guarda-chuva x estudo específico e mídia direta x encaminhamento médico, medindo CAC, qualidade das oportunidades, adesão médica e evolução dos contatos em cada etapa da jornada.
A lógica aplicada aos estudos de câncer de mama pode ser adaptada para todo o portfólio de estudos abertos do Instituto Americas, ajustando comunicação, filtros de qualificação e relacionamento médico conforme cada área terapêutica, perfil clínico e complexidade dos critérios.
O portfólio atualmente divulgado reúne 22 estudos em diversas áreas:
Campanha educativa sobre câncer colorretal, biomarcadores e avaliação individualizada. Qualificação técnica rápida e relacionamento com oncologistas, coloproctologistas e gastroenterologistas.
Estratégia segmentada e médica, focada em câncer de próstata de alto risco, recorrência bioquímica e confirmação BRCA1/BRCA2. Ativação de urologistas, oncologistas e radio-oncologistas.
Na prática, podemos iniciar pelas áreas com maior volume de estudos (pulmão, mama, próstata e ovário), consolidar processos e expandir gradualmente. Assim, a estratégia evolui de campanhas isoladas para uma operação contínua de geração de demanda e relacionamento por portfólio, aproveitando sinergias entre estudos, dados, médicos e conteúdo.
A Emcomjunto pode atuar em diferentes formatos, combinados de acordo com o momento e as prioridades do Instituto. Em todos os caminhos, o objetivo é sair da comunicação baseada em opinião e caminhar para uma operação orientada por método, dados e aprendizado contínuo.
Modelo amplo e estratégico: marca, relacionamento, processos, canais e maturidade da operação.
Modelo objetivo: testar hipóteses, gerar demanda, medir indicadores e apoiar oportunidades para estudos clínicos.
Une construção estratégica com ativação de campanhas e geração de oportunidades no curto e longo prazo.
Um caminho indicado para criar consistência, amadurecer processos e fortalecer a presença do Instituto Americas no ecossistema de pesquisa clínica.
Gestão, planejamento, produção e acompanhamento da operação.
Quando houver gestão de campanhas pagas.
Remuneração conectada a agendamento, screening ou randomização.
Realizamos testes ágeis de hipóteses para encontrar o melhor cenário de canais, mensagens, segmentações e abordagens — melhorando indicadores em todas as etapas do funil.
Indicado quando existe necessidade objetiva de ativar campanhas, testar mensagens, gerar contatos e medir oportunidades em um período mais curto.
Estrutura mínima para planejamento, criação, gestão e otimização.
Maior volume de testes, canais e segmentações gera melhor aproveitamento do investimento.
Peso maior no variável — conectado a agendamento, screening e randomização.
Formato combinado.
Construção no longo prazo. Resultados no curto prazo.
Em pesquisa clínica, muitos resultados dependem de duas dimensões funcionando juntas. O formato combinado une o melhor dos dois mundos: construção de marca e relacionamento enquanto campanhas objetivas de geração de demanda já estão ativas.
Marca, autoridade, relacionamento médico e processos de longo prazo que sustentam o crescimento do centro.
Campanhas, testes e geração de oportunidades para estudos clínicos no curto e médio prazo com métricas claras.
Quais são os maiores obstáculos em comunicação, recrutamento, relacionamento médico e geração de demanda hoje?
O que é mais importante para o momento do Instituto Americas — marca, autoridade, recrutamento, CRM, relacionamento ou campanhas ativas?
Quais frentes fazem mais sentido: Assessoria em Growth, Geração de Demanda ou Formato Combinado? Quais canais e serviços são prioritários?
Emcomjunto + Instituto Americas