Emcomjunto + Instituto Americas

Comunicação, marketing e geração de demanda para pesquisa clínica — unindo método, dados e aprendizado contínuo para transformar estratégia em oportunidades reais.

Apresentação Estratégica

Nossa jornada

Uma evolução construída case a case, segmento a segmento

Agência de Comunicação

Capacidade produtiva completa: criação, conteúdo, audiovisual, branding, design e gestão de canais.

Growth Marketing

Metodologia orientada por testes de hipótese, experimentação estruturada, otimização contínua e escala do que funciona.

Plataforma de Geração de Demanda

Criação, inteligência de growth, tecnologia, CRM e processos comerciais integrados para gerar demanda em saúde e pesquisa clínica.

Método científico aplicado à comunicação

Growth Marketing aplicado à pesquisa clínica

Nossa premissa central: toda campanha é uma hipótese até ser validada pelos dados. Em estudos complexos — especialmente oncológicos e com critérios restritivos — não existe resposta pronta. O que existe é método.

01

Formulamos hipóteses claras

Definindo variáveis de teste antes de investir em qualquer canal ou criativo.

02

Medimos canais, mensagens e públicos

Acompanhando indicadores por etapa do funil de ponta a ponta.

03

Aprendemos e ajustamos

Decisões baseadas em evidências — não em preferências estéticas ou suposições internas.

Experiência em pesquisa clínica

Números que representam uma trajetória construída em diferentes tipos de estudos, públicos, centros e desafios

10+

Anos de atuação

Em pesquisa clínica

25+

Clientes atendidos

No segmento

185K+

Leads captados

Para clientes de pesquisa clínica

3.750+

Randomizações

Em pesquisa clínica

250+

Estudos clínicos

Com participação direta

10+

Áreas terapêuticas

Pneumologia, neurologia, oncologia, doenças raras e mais

Hipóteses comuns e aprendizados em Pesquisas Clínicas para Oncologia e Doenças Raras

A experiência em estudos altamente complexos nos permitiu consolidar insights estratégicos sobre o perfil do paciente e as táticas de comunicação mais eficazes.

Recrutamento ultra-segmentado

A alta especificidade de critérios em oncologia e doenças raras exige abordagens cirúrgicas na identificação e engajamento de pacientes, priorizando relevância sobre volume.

Jornada decisória complexa

O paciente, muitas vezes com diagnóstico tardio e múltiplas opiniões médicas, segue um funil de conversão não-linear, demandando comunicação contínua e educativa.

Confiança e empatia como pilares

Em contextos de alta vulnerabilidade, a comunicação deve ser construída sobre credibilidade, transparência e um profundo senso de cuidado, afastando-se de táticas de marketing genéricas.

Importância da rede de apoio

Médicos encaminhadores, familiares e associações de pacientes são influenciadores cruciais no processo de decisão, exigindo estratégias de relacionamento e informação direcionadas.

Hipóteses que exploraremos a seguir:

Funil aberto vs. funil fechado

Campanhas guarda-chuva vs. estudos específicos

A jornada do paciente no centro da comunicação

Relacionamento com utilidade real

Encaminhamento médico

Hipótese 1: Funil aberto vs. funil fechado

Funil aberto

Capta o maior volume possível de contatos para aumentar a probabilidade estatística de encontrar perfis raros. Gera maior alcance, base para ativações futuras e mais aprendizado sobre canais e públicos. Custo inicial mais atrativo.

Funil fechado

Prioriza qualidade das conversões com perguntas qualificadoras, descarte automático de perfis e segmentações mais restritas. O custo por lead sobe, mas o custo por oportunidade qualificada ou randomização pode se tornar competitivo.


Hipótese 2: Campanhas guarda-chuva vs. estudos específicos

Campanhas guarda-chuva

Construídas em torno de uma área terapêutica ou grande tema clínico. Maximizam performance, geram dados, constroem autoridade, educam pacientes e fortalecem o centro como referência. Critérios específicos são detalhados após a conversão.

Campanhas de estudo específico

Comunicam diretamente uma oportunidade de participação. Fazem sentido quando o critério é claro e comunicável, o público é bem definido e há urgência de recrutamento.


Hipótese 3: A jornada do paciente no centro da comunicação

Em estudos complexos, a comunicação não deve começar pelo estudo. Ela deve começar pelo paciente. Quem busca pesquisa clínica busca informação, acolhimento, orientação e esperança — não um recrutamento.

Médicos

Com autoridade técnica e humana: explicando doença, avanços, riscos, qualidade de vida e papel da ciência.

Pacientes

Como protagonistas da experiência, compartilhando atendimento e jornada com cuidado ético.

Associações e comunidades

Ampliando alcance, legitimidade e conexão com quem vive o tema diariamente.

Hipótese 4: Relacionamento com utilidade real

O centro precisa oferecer valor antes de pedir atenção

Para gerar relacionamento real com médicos, associações e pacientes — especialmente em oncologia — a proposta deve ser: "Como podemos ajudar essa comunidade com informação, acesso e orientação?"

Eventos e webinars

Eventos presenciais, webinars com especialistas, lives fechadas para grupos específicos.

Conteúdo e parcerias

Materiais para pacientes, campanhas em datas de conscientização e conteúdos em parceria com associações.

Relacionamento contínuo

Newsletters temáticas, grupos por interesse, ações regionais e materiais para familiares e cuidadores.

Hipótese 5: Encaminhamento médico, CEP e indústria

Encaminhamento médico

Em oncologia e doenças raras, médicos e instituições que já acompanham o paciente têm papel decisivo. Nossa experiência mostra melhores resultados quando a estratégia envolve médicos, hospitais, planos de saúde e parceiros estratégicos.

  • Eventos científicos e webinars técnicos
  • Prospecção ativa via LinkedIn e CRM
  • Fluxos de relacionamento com especialistas
  • Qualificação de oportunidades com IA

CEP, indústria e captação de recursos

Estruturamos um guia de campanha com hipóteses, públicos, canais, diretrizes éticas e lógica de acompanhamento — que pode apoiar submissões ao CEP, apresentação a patrocinadores e criação de templates reutilizáveis para novos estudos.

Aplicação das hipóteses reais

Análise dos estudos de câncer de mama - maior volume de inscrições potencial

Para os três estudos abertos em câncer de mama, o caminho mais assertivo seria testar uma operação integrada, em vez de campanhas isoladas desde o início. A estratégia começa com uma campanha guarda-chuva e um funil de qualificação aprimorado para segmentar os pacientes.

Jornada da Paciente

Uma campanha guarda-chuva sobre câncer de mama e pesquisa clínica, com comunicação ampla, educativa e centrada na jornada da paciente, gerando volume, aprendizado e uma base maior de interessadas.

Após a conversão, aplicamos um funil de qualificação mais fechado, com formulário, atendimento, CRM e tecnologia para separar os perfis por estudo:

  • REDISCOVER-2: câncer de mama metastático.
  • MK1022-016: câncer de mama em 2ª linha.
  • ELEGANT: câncer de mama inicial/adjuvância e risco de recorrência.

Com os primeiros dados, desdobramos campanhas específicas para os perfis com maior aderência, combinando mídia paga, retargeting, ativação de base e abordagem personalizada.

Relacionamento Médico

Em paralelo, ativamos uma frente estruturada de relacionamento médico com oncologistas, mastologistas, clínicas, hospitais, associações e formadores de opinião.

Essa frente pode incluir:

  • Ciclo de webinars científicos e eventos (presenciais ou híbridos).
  • Newsletter médica e grupo de WhatsApp com atualizações.
  • Collabs patrocinadas e publieditoriais colaborativos.
  • Conteúdo audiovisual original com médicos e especialistas.

Assim, testamos na prática as hipóteses de funil aberto x funil fechado, campanha guarda-chuva x estudo específico e mídia direta x encaminhamento médico, medindo CAC, qualidade das oportunidades, adesão médica e evolução dos contatos em cada etapa da jornada.

Adaptação das Hipóteses Estratégicas - para os demais estudos

A lógica aplicada aos estudos de câncer de mama pode ser adaptada para todo o portfólio de estudos abertos do Instituto Americas, ajustando comunicação, filtros de qualificação e relacionamento médico conforme cada área terapêutica, perfil clínico e complexidade dos critérios.

O portfólio atualmente divulgado reúne 22 estudos em diversas áreas:

Exemplo: MOUNTAINEER-03 (Colorretal)

Campanha educativa sobre câncer colorretal, biomarcadores e avaliação individualizada. Qualificação técnica rápida e relacionamento com oncologistas, coloproctologistas e gastroenterologistas.

Exemplo: EVOPAR2 (Próstata)

Estratégia segmentada e médica, focada em câncer de próstata de alto risco, recorrência bioquímica e confirmação BRCA1/BRCA2. Ativação de urologistas, oncologistas e radio-oncologistas.

Na prática, podemos iniciar pelas áreas com maior volume de estudos (pulmão, mama, próstata e ovário), consolidar processos e expandir gradualmente. Assim, a estratégia evolui de campanhas isoladas para uma operação contínua de geração de demanda e relacionamento por portfólio, aproveitando sinergias entre estudos, dados, médicos e conteúdo.

Como podemos atuar com o Instituto Americas

A Emcomjunto pode atuar em diferentes formatos, combinados de acordo com o momento e as prioridades do Instituto. Em todos os caminhos, o objetivo é sair da comunicação baseada em opinião e caminhar para uma operação orientada por método, dados e aprendizado contínuo.

Assessoria em Growth

Modelo amplo e estratégico: marca, relacionamento, processos, canais e maturidade da operação.

Geração de Demanda

Modelo objetivo: testar hipóteses, gerar demanda, medir indicadores e apoiar oportunidades para estudos clínicos.

Formato Combinado

Une construção estratégica com ativação de campanhas e geração de oportunidades no curto e longo prazo.

Assessoria em Growth

Construção de estrutura, marca, relacionamento e processos

Um caminho indicado para criar consistência, amadurecer processos e fortalecer a presença do Instituto Americas no ecossistema de pesquisa clínica.

  • Marca, autoridade e relacionamento médico
  • Networking com hospitais, clínicas e associações
  • CRM, automações e jornadas para pacientes e médicos
  • Campanhas institucionais e educativas
  • Landing pages, e-mail marketing e conteúdo
  • Vídeos, materiais impressos e eventos

Modelo de precificação

Fee fixo mensal

Gestão, planejamento, produção e acompanhamento da operação.

Fee sobre mídia

Quando houver gestão de campanhas pagas.

Valor variável por sucesso

Remuneração conectada a agendamento, screening ou randomização.

Geração de Demanda

Geração de Demanda

Uma operação com foco direto em resultado e eficiência de investimento


Custo por lead qualificado

Custo por agendamento

Custo por screening

Custo por randomização

Realizamos testes ágeis de hipóteses para encontrar o melhor cenário de canais, mensagens, segmentações e abordagens — melhorando indicadores em todas as etapas do funil.

Indicado quando existe necessidade objetiva de ativar campanhas, testar mensagens, gerar contatos e medir oportunidades em um período mais curto.

Possibilidades — Geração de Demanda

O que está incluído

  • Definição de hipóteses e mapeamento de públicos
  • Landing pages, formulários e rastreamento
  • Campanhas de mídia paga e orgânica
  • Testes de criativos, funis aberto e fechado
  • CRM, automações e qualificação com IA
  • Serviço de agendamento opcional
  • Relatórios por etapa e otimização contínua
  • Apresentação de resultados quinzenais e aprendizados

Modelo de precificação

Fee fixo operacional

Estrutura mínima para planejamento, criação, gestão e otimização.

Verba de mídia

Maior volume de testes, canais e segmentações gera melhor aproveitamento do investimento.

Variável por sucesso

Peso maior no variável — conectado a agendamento, screening e randomização.

Formato combinado

Formato combinado.
Construção no longo prazo. Resultados no curto prazo.

Em pesquisa clínica, muitos resultados dependem de duas dimensões funcionando juntas. O formato combinado une o melhor dos dois mundos: construção de marca e relacionamento enquanto campanhas objetivas de geração de demanda já estão ativas.


Construção estratégica

Marca, autoridade, relacionamento médico e processos de longo prazo que sustentam o crescimento do centro.

Ativação e demanda

Campanhas, testes e geração de oportunidades para estudos clínicos no curto e médio prazo com métricas claras.

Próximos passos

Para avançarmos de forma produtiva, sugerimos que o Instituto Americas compartilhe três blocos de informação

1

Principais desafios atuais

Quais são os maiores obstáculos em comunicação, recrutamento, relacionamento médico e geração de demanda hoje?

2

Objetivos prioritários

O que é mais importante para o momento do Instituto Americas — marca, autoridade, recrutamento, CRM, relacionamento ou campanhas ativas?

3

Formatos e serviços de interesse

Quais frentes fazem mais sentido: Assessoria em Growth, Geração de Demanda ou Formato Combinado? Quais canais e serviços são prioritários?